Hoje caí na cama, de braços perpendiculares ao corpo, estendida, de olhos postos na inocência do tecto e de pensamento fixo na saudade. Não sei que ventos por aqui passaram para me trazerem de novo memórias, aquelas que dantes tentava disfarçar a cada momento, e que agora aparecem 1/4 das vezes, como se viessem cumprir a rotina.
Já não lhes conheço a essência, mas sim o contínuo poder de me fazerem sentir a correr em círculos, sem uma meta. É nesses momentos que me acontece isto, escrever sem um sentido. Sem sentidos.
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